Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha

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Projeto será apresentado em Feira de Ciências na China

02/08 2018
Institucional

A estudante gaúcha Bruna Marschner (18 anos), desenvolveu um protetor contra cnidários (mais conhecidos por águas-vivas, anêmonas-do-mar, corais e caravelas), presentes nas costas marítimas.

Aluna do Curso Técnico de Química da Fundação Liberato, Bruna decidiu pesquisar sobre o tema após observar que, a cada ano, ocorrem inúmeros casos de acidentes envolvendo banhistas. A orientação do trabalho é de Sabrina da Silva Bazzan.

Com o projeto, ela recebeu o Prêmio Killing de Tecnologia no maior evento de ciência e tecnologia da América Latina, a Mostratec (Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia), que ocorre, anualmente, na Fenac. A distinção possibilitou sua participação na China Adolescent Science & Technology Innovation Contest (Castic 2018), que acontece de 14 a 19 de agosto, em Chongqing. Bruna será a única jovem pesquisadora brasileira presente ao evento.

Sobre o projeto

Os acidentes provocam desconforto no local em que o animal entra em contato com a pele, provocando inchaço e incômodo, além de fazer o banhista repensar a sua entrada na água. Segundo ela, esse tipo de produto já é comercializado em países do Mediterrâneo. Para tê-lo disponível aqui seria necessário importá-lo e o custo seria elevado.

Os testes foram realizados por voluntários do AquaRio, o Aquário Marinho do Rio de Janeiro (RJ), tendo resultado positivo. Além disso, o valor das matérias primas do protetor desenvolvido pela jovem pesquisadora é, aproximadamente, 100 vezes menor que o valor do protetor disponível pelo Mediterrâneo (lá o custo gira em torno de R$ 111,00/100mL).